Estava com dezesseis anos quando, em 1962, retornei a Ipueiras. Oito anos haviam decorrido desde a partida em janeiro de 1953. Viajei de trem com
Estava com dezesseis anos quando, em 1962, retornei a Ipueiras. Oito anos haviam decorrido desde a partida em janeiro de 1953. Viajei de trem com
Rubem Alves, em crônica recente, fala-nos do “aluno ideal”, o “memorioso”, computador a tudo decorar, em nossa escola. Orgulho dos pais, ídolo dos out doors,
Não sou adepto a nenhuma religião. Aliás, ultimamente tenho transparecido uma imagem de ateu. Contudo, falta-me coragem para assumir essa postura. Tenho alguns amigos religiosos
Muito cedo descobri que na terra de “coroné” se comia Capitão.Eu das Ipueiras, terra de coroné Zé Bento e tantos outros, confesso que muitas vezes
Para mim é uma cena encantadora. O momento em que uma criança de dois anos mais ou menos é apresentada à primeira “balinha” de sua
Sou das águas retiradas.Sou do sertão nordestino.Das caatingas desertei,Lamentando meu destino.Pois deixar o meu torrão,Machucava-me o coraçãoCausando-me desatino. Meu dialeto sagrado,Era motivo de riso.Era uma
Uma cena me intrigava, em criança. Se, na Matriz de Ipueiras , dobravam dolentes os sinos, alguém “passava desta para a melhor”; se repicavam alegres,