Muito cedo descobri que na terra de “coroné” se comia Capitão.Eu das Ipueiras, terra de coroné Zé Bento e tantos outros, confesso que muitas vezes
Para mim é uma cena encantadora. O momento em que uma criança de dois anos mais ou menos é apresentada à primeira “balinha” de sua
Sou das águas retiradas.Sou do sertão nordestino.Das caatingas desertei,Lamentando meu destino.Pois deixar o meu torrão,Machucava-me o coraçãoCausando-me desatino. Meu dialeto sagrado,Era motivo de riso.Era uma
Uma cena me intrigava, em criança. Se, na Matriz de Ipueiras , dobravam dolentes os sinos, alguém “passava desta para a melhor”; se repicavam alegres,
“Era quase sempre sábado em Macambira” completará em 2007 vinte anos de seu lançamento. Durante estas duas crescentes décadas, o livro foi se tornando aos