Migrante – Por Dalinha Catunda / Rio de Janeiro

Sou das águas retiradas.Sou do sertão nordestino.Das caatingas desertei,Lamentando meu destino.Pois deixar o meu torrão,Machucava-me o coraçãoCausando-me desatino. Meu dialeto sagrado,Era motivo de riso.Era uma