O presidente Gonçalo mostra a homenagem do colegiado aos seus 20 anos de dedicação à ABLC. Tudo ao som do violão da Madrinha Mena.
Mena entrega o diploma à Dalinha e o presidente Gonçalo, o medalhão, tudo ao som do cavaquinho de Fábio Sombra.
A data de fundação da instituição é 7 de setembro, porém o calendário foi ajustado para ir de encontro à posse da nova acadêmica.
Nascida na cidade de Ipueiras, interior do Ceará, Dalinha Catunda, como é conhecida e assim assina suas produções, é mais uma mulher a se tornar imortal ocupando a cadeira de numero 25 que tem como patrono Juvenal Galeno, poeta e folclorista cearense.
Dalinha Catunda publica há mais de sete anos, como colaboradora, no Jornal O Povo e no Diário do Nordeste, jornais de grande circulação da capital cearense.
Atualmente publica em vários blogs e sites entre eles o Nordeste Rural.Entre seus títulos publicados de cunho engraçado e picante constam: O Forró de Zeca, O jumento do Maurício, A Panela Remendada, A Rosa Apavorada e A Donzela Que Virou Índia.

