Pan no Rio – Por Carlos Moreira / Ipueiras

Desde 1997 o Comitê Olímpico Brasileiro cogitava entre grandes países realizar no Brasil O PAN 2007. Um evento de enorme força econômica e potencial competitivo como os Jogos Pan-Americanos. Aproximando-se do acontecimento, notamos a força que uma competição deste porte é capaz de ter em todas as camadas da sociedade quando vimos através a mídia, a enorme mobilização de crianças, jovens e adultos aclamando o Solzinho, mascote oficial do PAN 2007.

O que não percebemos é até onde foram as brigas de bastidores e a responsabilidade do Comitê Organizador dos Jogos Rio 2007, envolvidos no esforço de acabar em dois anos as obras grandiosas em estádios e centro esportivos capacitados para receber os melhores atletas do mundo em suas modalidades.

O fato é que alguns brasileiros, entre eles, os próprios cariocas, da sociedade civil organizada aos políticos, constrangidos com o aumento da criminalidade, tentam calar a boca dos mais pessimistas provando que também têm estrutura e potencial urbano competitivo em contra-ponto àqueles que não quiseram apostar suas fichas na cidade maravilhosa.
Ao fim do evento, quando esperamos que tudo corra bem separa-se a vantagem política de alguns, o orgulho lavado no peito de outros e reservamos uma enorme imagem positiva de organização que abrirá portas maiores como as Olimpíadas.

Será uma excelente oportunidade de mostrar como somos educados, civilizados e campeões, além de mostrar a nossos filhos a importância do esporte na vida de um país que ainda briga para ter seu lugar reconhecido no mundo. Quanto maior nosso otimismo e participação maior será a percepção ao nosso redor quando o PAN, sair daqui para sua próxima estadia com uma cara mais verde e amarela do que nunca. *PC*

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