Sabia que era ariscoAquele fogoso alazão.Resolvi correr o risco,Sem medo de ir ao chão.Peguei chicote e esporaMontei no bicho na horaSem medo ou indecisão.*Ele quis
Sabia que era ariscoAquele fogoso alazão.Resolvi correr o risco,Sem medo de ir ao chão.Peguei chicote e esporaMontei no bicho na horaSem medo ou indecisão.*Ele quis
Dois pés de mandacarusEm uma vereda se via.Ali cresceram juntinhosÉ assim que se noticia.Não sei se é bem verdade,Ou lenda que o povo cria..O povo
Não faz muito tempo liguei para um amigo. Amigo este que zela pelo bem falar e traz a elegância das palavras como regra em sua
1 Esta cabecinha chata,Esta falta de cinturaSer doidinha por queijo,E adorar uma rapaduraSó sendo lá do Ceará.Essa dita criatura! 2 Quando chega a noitinha,Ela acha
Pela manhã, nos jornais cearenses que assino, o impacto da manchete: “Casal de empresários é morto em casa de praia”. Chocado, absorvo a matéria em