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A inteligência artificial (IA) passou a fazer parte de mais momentos da rotina de trabalho nas empresas brasileiras em 2026. Levantamento da Luria, baseado no uso agregado e anonimizado de sua plataforma por companhias clientes, aponta que a base de pessoas usando IA no trabalho cresceu 183% entre janeiro e agosto, na comparação com o mesmo período de 2025.
O estudo considera empresas de setores como energia, farmacêutico, serviços financeiros e varejo. Além do aumento no número de usuários, o volume mensal de consultas cresceu 240% no período analisado. Para a Luria, os dados indicam uma mudança no comportamento: a IA deixou de ser acionada apenas em momentos específicos e passou a acompanhar uma parcela maior da jornada de trabalho.
A Samsung estima um lucro operacional de 107,4 trilhões de wons (cerca de R$ 426 bilhões) no terceiro trimestre de 2026, em resultado impulsionado pela forte demanda por chips utilizados na infraestrutura de inteligência artificial.
Se confirmado no balanço definitivo, o número representará um salto de 782% em relação ao mesmo período do ano passado e será a primeira vez que a Samsung ultrapassará a marca de 100 trilhões de wons em lucro operacional em um único trimestre.
Três ex-funcionários demitidos da OpenAI estão pressionando a empresa a preservar a capacidade de monitorar como sistemas de inteligência artificial cada vez mais avançados raciocinam. Em carta enviada ao conselho de administração e a comitês de segurança da companhia, eles também defenderam a participação de auditores externos no acompanhamento dos riscos da tecnologia.
Os pesquisadores Jasmine Wang, Tomek Korbak e Mikita Balesni trabalharam anteriormente em equipes de segurança e alinhamento da OpenAI. Segundo a carta, eles estão preocupados com a possibilidade de empresas de IA perderem a capacidade de monitorar a chamada chain-of-thought — o registro escrito do processo de raciocínio de um sistema de IA.
A OpenAI está mudando a forma como o ChatGPT apresenta respostas. Com a chegada do GPT-6, a empresa começou a liberar uma nova interface chamada Intelligent UI, capaz de combinar texto, imagens e elementos interativos dentro das próprias conversas.
Em vez de responder apenas com texto ou imagens estáticas, o ChatGPT poderá criar recursos, como gráficos interativos, diagramas, botões, formulários e calculadoras personalizadas para cada pergunta. A ideia é adaptar a interface ao tipo de tarefa solicitada pelo usuário.
Segundo a OpenAI, o GPT-6 foi treinado para decidir como apresentar cada resposta. Uma comparação pode aparecer lado a lado, enquanto uma explicação de um conceito complexo pode ganhar um diagrama interativo. Quando o texto for suficiente, o sistema poderá simplesmente responder da maneira tradicional.
A Anthropic lançou, nesta quarta-feira (7), o Claude Haiku 5.5, novo modelo de inteligência artificial (IA) da empresa voltado a tarefas que exigem velocidade, alto volume de processamento e baixo custo.
O lançamento atualiza a versão Haiku 4.5 e completa a nova família Claude 5.5, que também inclui os modelos Opus 5.5 e Sonnet 5.5. Segundo a Anthropic, o Haiku 5.5 é seu modelo pequeno mais rápido, barato e capaz até agora.
A companhia afirma que o novo modelo custa, em média, 75% menos para operar do que o Haiku 4.5. Para solicitações de até 100 mil tokens, porém, a redução de preço por token chega a 90%.
O Estado da Flórida pediu a um juiz estadual dos Estados Unidos que obrigue a Meta a fazer mudanças no Facebook e no Instagram para proteger usuários jovens. O pedido é parte de ação judicial que acusa a empresa de prejudicar adolescentes e ocorre depois que a maioria dos estados estadunidenses resolveu processos semelhantes por meio de acordo com a companhia.
Fonte: Olhar Digital
Primeira Coluna