
Imagem: UniFi | Reprodução
Você sabe quanto gasta de assinatura por ano? Netflix, Spotify, ChatGPT Plus… Espaço na nuvem, app de edição de vídeo, academia… Hoje, a cobrança recorrente entrou na rotina de um jeito que fica difícil sair.
Vai além do digital: Clubes de produtos físicos, como box de beleza, livros, itens para pets e vinhos também entram na conta. Existe até assinatura mensal de papel higiênico.
Para se ter uma ideia, 56% dos brasileiros gastam entre R$ 51 e R$ 200/mês com assinaturas. Já o americano tem um custo médio de US$69/mês. Todos têm um ponto em comum… A cobrança automática.
O que está por trás disso?
As empresas começaram a reparar que uma venda única poderia se transformar em receita recorrente, um modelo que traz mais segurança financeira para os negócios no longo prazo.
Acontece que diversos segmentos adotaram esse formato, o que tem feito as pessoas assinarem coisas demais e depois se arrependerem — ainda mais com aquele período grátis que quase nunca cancelamos a tempo.
Isso já está sendo chamado lá fora de fadiga de assinatura, um cansaço mental e financeiro peloexcesso de serviços recorrentes.
Tem um empurrãozinho nisso… A barreira de cancelamento é intencionalmente maior do que a de entrada. Para assinar, bastam dois cliques, mas para cancelar é (quase) sempre uma burocracia.
Fonte: The News
Primeira Coluna