
Imagem: Reprodução | Click Petróleo e Gás
Um dos maiores estudos sobre a relação dos análogos da GLP-1 — as famosas canetas emagrecedoras — e a Alzheimer indicou que esses medicamentos podem combater a doença.
Contexto: O trabalho analisou o resultado de 30 estudos feitos com animais ou células para entender exatamente qual o efeito que essas drogas possuem sobre a doença.
Ao todo, 22 desses estudos mostraram que a utilização de análogos ao GLP-1 causaram reduções na proteína beta-amiloide, e 19 estudos encontraram diminuições na proteína tau — ambas relacionadas ao Alzheimer.
Na prática, entre os análogos que tiveram bons resultados está a conhecida semaglutida. Apesar do resultado positivo, não havia tantos estudos para confirmar essa eficácia.
Em relação aos estudos realizados em humanos, eles começaram a surgir, mas apresentaram resultados divergentes. Alguns apontaram para um efeito preventivo em relação ao Alzheimer, mas nenhum teve impacto na melhora cognitiva dos pacientes.
| Inclusive, a Novo Nordisk, empresa responsável pelo Ozempic e o Wegovy, anunciou que os estudos clínicos da semaglutida com humanos para tratamento de Alzheimer não demonstraram benefício na progressão da doença. |
Apesar desses resultados negativos, os resultados gerais colocam os análogos como fortes candidatos para futuros estudos com Alzheimer. Agora, os pesquisadores precisam de pesquisas maiores para confirmar se os sinais positivos realmente se traduzem em benefícios reais.
Fonte: The News
Primeira Coluna