Afastada, policial quebra silêncio e explica motivo para entrar no conteúdo adulto

Nicole Gabriela tem 21 anos. Foto: Reprodução / Redes sociais

As gravações incluíam o uso de equipamentos e símbolos da corporação policial. A conduta identificada pelos superiores contraria diretamente o código de ética e o regulamento disciplinar da força de segurança argentina.

Por que a policial produziu o conteúdo?

Após o caso vir a público, Nicole alegou que a produção dos vídeos foi motivada por necessidade financeira. Afastada por licença psiquiátrica, ela afirmou receber apenas 50% do salário e, sendo mãe solteira, viu na exposição online uma forma de complementar a renda.

“Estava em licença médica em junho. Com esse tipo de licença da Polícia Municipal, recebemos menos da metade do salário. Sou mãe de uma menina pequena, sustento minha família e quase fui obrigada a procurar outro emprego. Honestamente, essa foi a primeira coisa que me veio à mente em um momento de desespero”, disse Nicole no programa Tarde o Temprano, da emissora El Trece TV.

O caso ultrapassou a esfera administrativa. A Justiça Federal abriu investigação paralela para apurar se a policial é vítima de uma rede de tráfico de pessoas, informou o La Nacion.

Qual a suspeita das autoridades federais sobre o caso?

A suspeita das autoridades é que os perfis da agente possam estar sendo geridos por terceiros para alavancar contas de outras mulheres. Nicole, no entanto, nega a existência de um “cafetão” ou qualquer tipo de coerção para a produção do conteúdo.

A investigação federal busca esclarecer se há exploração ou aliciamento envolvido na situação. Enquanto isso, o processo administrativo na Polícia de Buenos Aires segue seu curso para apurar as infrações disciplinares.

Fonte: Tupi FM

Primeira Coluna

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