Na minha terra o Cristo tem pousada …
E lá no morro a cidade vela!
Perto, bem perto, qual
divina tela
com os palmeirais a Ibiapaba amada.
Charmoso corre o
velho Jatobá …
Sereno às vezes, às vezes violento
como se Tritão raivoso, ciumento,
a ninguém mais deixasse se banhar.
Na minha terra ao raiar do dia
cantam as graúnas nos carnaubais,
canções que a musa da
natura cria.
É Ipueiras – a terra, o céu, o mar!
Igual a ti – não se verá jamais …
Não tens igual em todo Ceará!
E lá no morro a cidade vela!
Perto, bem perto, qual
divina tela
com os palmeirais a Ibiapaba amada.
Charmoso corre o
velho Jatobá …
Sereno às vezes, às vezes violento
como se Tritão raivoso, ciumento,
a ninguém mais deixasse se banhar.
Na minha terra ao raiar do dia
cantam as graúnas nos carnaubais,
canções que a musa da
natura cria.
É Ipueiras – a terra, o céu, o mar!
Igual a ti – não se verá jamais …
Não tens igual em todo Ceará!
Texto publicado originalmente no jornal O Povo, de Fortaleza.
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