Adotei o nome JATOBÁ, como nome de guerra.
As vezes em algum telelefonema uma voz perguntadora diz:
“Quem quer falar com o dotô fulano???…”
As vezes em algum telelefonema uma voz perguntadora diz:
“Quem quer falar com o dotô fulano???…”
– Aí eu digo bem sibalaticamente:
“É O DOTÔ J A T O B Á”
“É O DOTÔ J A T O B Á”
– ou então quando eu quero ser autoridade
eu digo “É O GENERAL J A T O B Á
eu digo “É O GENERAL J A T O B Á
– as vezes a voz perguntadora
se espanta “quem?”
se espanta “quem?”
– E eu repito “É O GENERAL JATOBÁ DO CPOR DE BATURYTE
(Baturaite) = Baturité”
(Baturaite) = Baturité”
– Não tem erro.
O atendimento é imediato.
Essa brincadeira foi inspírada no RIO JATOBÁ.
Essa brincadeira foi inspírada no RIO JATOBÁ.
Uma única vez e deve ter sido na invernada de 1956, eu atravessei o JATOBÁ
agarrado no cangote do meu tio Cândido Torres.
Ele fez varias travessias pra levar gente e bagagens de um lado pro outro, montado num cavelete munlungu. Nós estavamos indo de férias pra fazenda
dele (semana santa), que ficava logo depois do JATOBÁ, no gido do BATOQUE
(Hoje na fazenda na boca da noite, com o céu avermelhado e grande nevoeiro de chuva.
dele (semana santa), que ficava logo depois do JATOBÁ, no gido do BATOQUE
(Hoje na fazenda na boca da noite, com o céu avermelhado e grande nevoeiro de chuva.
No terreiro tinha uma arvore semimorta e asssim que chegamos pousa uma coruja bem grande.
Meu tio entrou em casa pegou um papo amarelo e de lá da porta deu um
tiro certo na coruja.
tiro certo na coruja.
Lá pelas nove e meia dez horas da noite estavamos comendo um delicioso
pirão escaldado de coruja. Muito, muito gostoso mesmo e tome chuva.
pirão escaldado de coruja. Muito, muito gostoso mesmo e tome chuva.
Mais ou menos três horas da madrugada um grande papôco sacudiu a casa toda.
O açude tinha arrombado por causa das chuvas.
Durante a semana inteira quse não saimos da casa. Chovia muito.
Na volta o JATOBÁ já estava manso.
Inté mais ver.
Enviado por Dalinha Catunda
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