PERGUNTAR NÃO OFENDE
Vale mais deixar o adolescente trabalhar ou deixá-lo disponível ao crime?
GERAÇÃO “NEM-NEM”.
Você
sabe o que seja a “geração nem-nem”? Existe em muitos países, mas no
Brasil é formada em quase total maioria por pessoas que nem estudam nem
trabalham, mas, em compensação, fazem filho e viver à custa do dinheiro
do contribuinte aí sabem. São os beneficiários das muitas “bolsas” com
que o Governo alimenta esses autênticos currais eleitorais enquanto a
cada dia inventa mais meios de usar o dinheiro do contribuinte para
manter os “nem-nem”.
VOTINHOS BONS
Quando
leio sobre esse pessoal lembro de um ex-prefeito de um município do
cone sul que ao sair de um templo evangélico em sua cidade disse que ali
era bom, “porque tem uns votinhos bons…”. É igual a esses
beneficiários alimentados por programas que invertem a própria filosofia
do “ensinar a pescar ao invés de dar o peixe”.
leio sobre esse pessoal lembro de um ex-prefeito de um município do
cone sul que ao sair de um templo evangélico em sua cidade disse que ali
era bom, “porque tem uns votinhos bons…”. É igual a esses
beneficiários alimentados por programas que invertem a própria filosofia
do “ensinar a pescar ao invés de dar o peixe”.
DE VOLTA?
Perdendo
de qualquer um – até do Flamengo, arghhh – o Fluminense caminha a
passos largos para retornar à Série B. Mas eu continuo tricolor.
de qualquer um – até do Flamengo, arghhh – o Fluminense caminha a
passos largos para retornar à Série B. Mas eu continuo tricolor.
ESTACIONAMENTO
Até
quando vereadores e lideranças sociais vão continuar assistindo,
caladas, à escalada de violência perpetrada por funcionários municipais
que se apresentam como guardas de trânsito? Liderados por algum “gênio”
que continua criando mecanismos contrários aos interesses dos cidadãos, a
coisa pode complicar mais que a proibição de estacionar no entorno da
Feira do UM ou no lado direito da Calama.
quando vereadores e lideranças sociais vão continuar assistindo,
caladas, à escalada de violência perpetrada por funcionários municipais
que se apresentam como guardas de trânsito? Liderados por algum “gênio”
que continua criando mecanismos contrários aos interesses dos cidadãos, a
coisa pode complicar mais que a proibição de estacionar no entorno da
Feira do UM ou no lado direito da Calama.
POR QUÊ?
O que há por detrás da omissão desses grupos frente a esses desvarios da Semtran?
ADIADA
A
cerimônia dos 4 anos de fundação da Academia Guajaramirense de Letras.
Ficou para dia 24, com ato a ser realizado na excelente casa de eventos
Laje de Pedras, na Pérola do Mamoré.
cerimônia dos 4 anos de fundação da Academia Guajaramirense de Letras.
Ficou para dia 24, com ato a ser realizado na excelente casa de eventos
Laje de Pedras, na Pérola do Mamoré.
VERSÃO X FATO
O
que vale mais, a versão ou o fato? É de se perguntar quando ocorre
algum caso policial de maior repercussão, como agora da morte de um
sargento da PM paulista, sua esposa e mais duas parentes, e o suicídio
(?) do filho do casal. O delegado que investiga o caso prende-se à
versão inicial de que o garoto matou os dois e meteu depois uma bala na
cabeça. Pelo visto nem dá bola para a possibilidade de ter havido uma
queima de arquivo. O delegado está naquela linha de que vale mais a
versão.
que vale mais, a versão ou o fato? É de se perguntar quando ocorre
algum caso policial de maior repercussão, como agora da morte de um
sargento da PM paulista, sua esposa e mais duas parentes, e o suicídio
(?) do filho do casal. O delegado que investiga o caso prende-se à
versão inicial de que o garoto matou os dois e meteu depois uma bala na
cabeça. Pelo visto nem dá bola para a possibilidade de ter havido uma
queima de arquivo. O delegado está naquela linha de que vale mais a
versão.
Inté outro dia, se Deus quiser!
José Lúcio Cavalcante de Albuquerque. É presidente da Academia de Letras
de Rondônia. Ex-editor dos jornais Tribuna, Alto Madeira, e com
passagens em outras publicações como o Estadão do Norte, Lúcio
Albuquerque, egresso da imprensa amazonense, tem projeção nacional,
desde a década de 80, quando foi correspondente do Estadão de São Paulo.
Com um dos currículos mais completos do jornalismo rondoniense, Lúcio
Albuquerque, graças ao seu diligente trabalho de apuração, ganhou
prestigio e credibilidade na imprensa regional. Pela relevância do seu
trabalho escreve para uma rede de sites e jornais de todo o Estado,
honrando o gentedeopinião, com artigos de sua lavra. Jornalista e
historiador, Albuquerque é testemunha ocular da explosão rondoniense,
seja como repórter, ou fundador da primeira entidade representativa dos
jornalistas, ainda no final dos anos 70.
de Rondônia. Ex-editor dos jornais Tribuna, Alto Madeira, e com
passagens em outras publicações como o Estadão do Norte, Lúcio
Albuquerque, egresso da imprensa amazonense, tem projeção nacional,
desde a década de 80, quando foi correspondente do Estadão de São Paulo.
Com um dos currículos mais completos do jornalismo rondoniense, Lúcio
Albuquerque, graças ao seu diligente trabalho de apuração, ganhou
prestigio e credibilidade na imprensa regional. Pela relevância do seu
trabalho escreve para uma rede de sites e jornais de todo o Estado,
honrando o gentedeopinião, com artigos de sua lavra. Jornalista e
historiador, Albuquerque é testemunha ocular da explosão rondoniense,
seja como repórter, ou fundador da primeira entidade representativa dos
jornalistas, ainda no final dos anos 70.
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